E o tempo vai passando...





Nem parece que já se passaram três anos, desde a última vez que a vi.

Três anos de saudade... com coração apertadinho, mas repleto do meu amor incondicional.

Certamente, as estrelas nunca fizeram tanto sentido quanto nos últimos anos. Elas se tornaram meu refúgio, consolo e fonte de proteção, uma vez que, no meu pensamento, a senhora está justamente ali. Todas as noites, é bem ali que encontro sua benção.

A ausência ainda machuca. Às vezes, a ferida, aparentemente cicatrizada, ainda reaparece e, muito além da razão, dói fundo.

A certeza em Deus me consola, a confiança de um reencontro amansa meu coração.

Mas, sabe como é o ser humano, né?! O imediatismo é terrível! E, como ser falho que sou, sinto tanto falta de um colo, de um telefonema, das mensagens “desconexas”... até daquela musiquinha de espera do telefone (tanananana nanana) que minha mãe telefonista, às vezes, colocava pra mim...

Apesar de as pipocas caramelizadas nunca mais serem as mesmas, comprei uma pipoqueira, milho de pipoca e os demais acessórios... hoje será dia da pipoca tão pedida pelas suas netas. Será uma forma de a senhora estar mais pertinho...


Em meu coração, nas estrelas, esteja onde estiver "vovó Dadá", que nosso amor a alcance.

A benção, minha estrela!

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